3ª FALSA PREMISSA: JESUS DESIGNOU A ORGANIZAÇÃO TORRE DE VIGIA PARA FORNECER A VERDADE ESPIRITUAL NOS ÚLTIMOS DIAS

3ª FALSA PREMISSA: JESUS DESIGNOU A ORGANIZAÇÃO TORRE DE VIGIA PARA FORNECER A VERDADE ESPIRITUAL NOS ÚLTIMOS DIAS.
A ideia de que Deus designou um grupo seleto de pessoas para fornecer a verdade espiritual nos últimos dias, é baseado na má interpretação da Torre de Vigia, da parábola de Jesus em Mateus 24:45-51. Nesta parábola, Jesus descreve dois tipos de escravos (servos), que foram encarregados dos pertences do seu amo, enquanto o amo estava fora. Um escravo foi achado “fiel e discreto” 2. após o retorno do seu amo e assim foi recompensado sendo nomeado sobre “todos” os bens do seu amo. O outro escravo mostrou-se infiel nas suas tarefas e quando o seu amo chegou, ele foi jogado para fora com os hipócritas.

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Embora não haja nada nesta passagem que indique que Ele está descrevendo uma organização religiosa, as Testemunhas de Jeová afirmam que esta passagem está falando profeticamente da organização Torre de Vigia. Elas acreditam que a “presença invisível” de Jesus começou em 1914 e que nesse momento, Jesus sendo o “amo” nesta parabola, inspecionou todos os “escravos” religiosos (igrejas cristãs) de Jeová Deus para determinar quem estaria qualificado para ser nomeado por Jeová Deus, para dar alimento espiritual ao povo de Deus nos últimos dias. Assim, elas afirmam que a organização Torre de Vigia passou no teste e foi designada como a única autoridade espiritual sobre “todos” os “bens” de Deus (seus seguidores).
Vamos agora demonstrar que a Torre de Vigia não se qualifica para ser o escravo “fiel e discreto” de Deus e que a sua interpretação de Mateus 24:45-51 está incorreta. Para conseguir isso, vamos primeiro examinar a história da Torre de Vigia e, em seguida, examinar inconsistências na literatura atual da Torre de Vigia e concluir com perguntas das Escrituras, para desmascarar a interpretação defeituosa da Torre de Vigia da parábola de Jesus.
PERGUNTAS PARA FAZER SOBRE A HISTÓRIA DA TORRE DE VIGIA:
·A Torre de Vigia afirma que a partir de 1914-1919, Jesus inspecionou a sua literatura e determinou que a Torre de Vigia “passou no teste” para representar Jeová Deus (Veja Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos, 1973, págs. 348, 349). No entanto, quando examinamos a história da Torre de Vigia, descobrimos que nesse momento, a literatura da época, estava falsamente profetizando que a presença de Cristo começou em 1874 e que o fim do mundo ocorreria em 1914. Quando 1914 falhou, a Torre de Vigia mudou a data para 1915, ( Os Estudantes da Bíblia defendem que Russel pregou que 1914 seria o fim dos “Tempos dos Gentios” e que nunca se pregou o fim do mundo) depois para 1918, depois novamente para 1925. Visto que Deuteronômio 18:20-22 adverte sobre os falsos profetas que preveem eventos que não ocorrem, como Jesus poderia ter dado a sua aprovação a esta organização?
·Em Mateus 24:11, 23-24, Jesus advertiu que nos últimos dias, “falsos profetas” iriam proclamar que a sua presença tinha começado, quando não tinha. Visto que as Testemunhas de Jeová acreditam agora que a presença de Cristo começou em 1914, não prova isto que a sua proclamação anterior de que a presença de Cristo teve início em 1874, significa que esta organização estava fazendo a mesma coisa que Jesus advertiu aos seus seguidores, que “falsos profetas” fariam nos últimos dias, ou seja, proclamar que a Sua presença tinha começado quando ela não tinha? Por que iria Jesus nomear uma organização para representar a Jeová Deus, que estava fazendo a mesma coisa sobre a qual Ele advertiu os seus seguidores em Mateus 24?
·Na página 88 do Anuário de 1976 das Testemunhas de Jeová, a Torre de Vigia admite que, no momento da inspeção de Jesus (antes e logo após a morte do fundador da Torre de Vigia, Charles Taze Russell, em 1916), “a ideia que muitos adotaram era que o próprio C. T. Russell fosse o “servo fiel e prudente”. (O próprio Russell não foi o criador dessa ideia. Ela foi fomentada por Rutherford e pela ex-esposa de Russell, Maria. Após a morte de Russell, Rutherford mudou de ideia e passou a dizer que Russell não era o “Escravo fiel e Discreto”)  Isto levou alguns ao laço da adoração de criaturas.” Visto que as Testemunhas de Jeová estavam envolvidas em falsa adoração de um homem durante o tempo de inspeção de Jesus, como Ele poderia ter nomeado esta organização para ser o representante de Deus na terra? (A organização da Testemunhas de Jeová só foi instituída em 1935. Nessa ocasião, 75% dos Estudantes da Bíblia não deram apoio à transformação do movimento Estudantes da Bíblia em uma organização, e desde então seguiram o seu próprio caminho até os dias de hoje)
·A Torre de Vigia orgulha-se de ter sido “neutra” durante a I Guerra Mundial, quando Jesus estava alegadamente a conduzir Sua inspeção à sua organização. (Veja Conhecimento Que Conduz à Vida Eterna, págs 160, 161) No entanto, os artigos de 15 de maio e 1 de junho da Sentinela de 1918, incentivou as Testemunhas de Jeová a comprar “Títulos de Liberdade”, que ajudaram a financiar o envolvimento dos EUA na Primeira Guerra Mundial. É isto verdadeira “neutralidade” ou compromisso?
PERGUNTAS A FAZER SOBRE A LITERATURA ATUAL DA TORRE DE VIGIA:
·Em Provérbios 30:6 e em outras passagens das Escrituras, Deus adverte sobre aqueles que “acrescentariam” à Sua palavra. A Torre de Vigia admite que dos 5.000 manuscritos gregos do Novo Testamento que possuímos hoje, nenhum deles contém o nome de Deus (Jeová) na íntegra. Ainda assim, a Tradução do Novo Mundo da Bíblia da Torre de Vigia insere “Jeová”, 237 vezes na sua tradução das Escrituras Gregas Cristãs (Novo Testamento). Como eles podem fazer isso à luz da advertência das Escrituras sobre a adição à palavra de Deus? Uma das maneiras como justificam a sua inserção de “Jeová” é argumentar que o nome de Deus foi retirado do texto do Novo Testamento, antes do século IV. Este argumento cai por terra quando consideramos que temos cópias de manuscritos do Novo Testamento que datam dos 2º e 3º séculos, e nenhum deles contém o nome. Nós também temos 36.000 citações do Novo Testamento dos primitivos Pais da Igreja e nenhum deles contém o nome de Deus. Se o nome de Deus foi retirado do Novo Testamento sem deixar rasto, como podemos ter certeza que nada mais foi retirado do Novo Testamento? Não prometeu Jesus preservar a sua palavra? (Mateus 24:35) Iria Jeová apoiar uma organização que “acrescenta” à Palavra de Deus?
·A Torre de Vigia negou ter publicado a biografia de Russell, porque não quer que as pessoas saibam que as Testemunhas de Jeová no início “adoraram” Russell. Encobriram o assunto com desculpas do seu histórico de citar livros relacionados com o “mundo espiritual” de Satanás, e mentiu sobre os verdadeiros ensinamentos dos primitivos Pais da Igreja, a fim de apoiar a sua crença de que a doutrina da Trindade foi derivada do paganismo. Será que Jeová que é o Deus da “verdade” iria apoiar uma organização desonesta? (Tito 1:2) (Os Estudantes da Bíblia não defendem a trindade)
PERGUNTAS PARA FAZER SOBRE MATEUS 24:45-51:
·Se devemos interpretar o escravo fiel em Mateus 24:45-47, como representando a organização Torre de Vigia, que organização é representada pelas afirmações de Jesus sobre o “escravo iníquo” em Mateus 24:48-51?
·Se olharmos para os hipócritas religiosos que abusam do seu poder e autoridade para o ganho ilícito, não concorda que essas pessoas coletivamente se qualificam como o “escravo iníquo” de que fala esta passagem? Uma vez que qualquer indivíduo pode se tornar parte do grupo do “escravo iníquo” apenas por ser um hipócrita, porque não pode se tornar qualquer indivíduo parte do grupo do “escravo fiel e discreto” por ser fielmente dedicado ao ministério cristão?
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oNOTA: Uma objeção comum das Testemunhas de Jeová ao argumento acima é que se cada cristão leal se qualifica para estar no grupo do “escravo fiel e discreto” que está encarregado de “todos” os bens de Jeová (seus seguidores), sobre que posses é que eles irão governar ? Nossa resposta é que a Bíblia fala do fato de que, durante o reinado de 1.000 anos de Cristo, haverá pessoas na Terra que não fizeram uma decisão a favor ou contra Jeová Deus. Assim, estes cristãos no grupo do “escravo fiel e discreto” serão capazes de governar sobre eles, bem como sobre os anjos (1 Coríntios 6:3).
·Se devemos interpretar o “escravo” fiel em Mateus 24:45-48 como falando profeticamente da organização Torre de Vigia sendo fundada nos últimos dias, que organizações representam os “escravos” das outras parábolas de Jesus? Por exemplo, assim como os escravos na parábola de Mateus 24 foram encarregados dos bens do seu amo, em Mateus 25:14-30, Jesus descreve três “escravos” a quem também foram confiados os bens do seu amo. Será que a Torre de Vigia interpreta os três escravos nesta parábola como três organizações religiosas? Ou será que a Torre de Vigia interpreta os “escravos” como sendo cristãos individuais? Se todos os outros “escravos” nas parábolas de Jesus devem ser interpretados como descrevendo indivíduos e não organizações, porque interpretar a parábola em Mateus 24 de forma diferente?

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